Resultados de marketing digital são frequentemente apresentados sem contexto: um número grande, um depoimento genérico e nenhuma explicação do que foi feito para chegar lá. Este case existe para mudar isso.
O que você vai ler aqui é o processo real — com as decisões, os ajustes no caminho e o que de fato gerou resultado. Os números são reais. O perfil da empresa foi preservado por confidencialidade, mas o processo é replicável.
Qual era o perfil da empresa antes de começar?
Empresa de consultoria B2B com 12 anos de mercado, faturamento entre R$800k e R$1,2M por ano, carteira de 15 clientes ativos — todos oriundos de indicação. O dono era o único que vendia. Sem presença digital estruturada, sem CRM, sem processo de vendas documentado.
O objetivo declarado: parar de depender de indicação e gerar ao menos 2 clientes novos por mês pelo canal digital.
O que foi feito nas primeiras quatro semanas?
Semanas 1 e 2 foram inteiramente de diagnóstico e estrutura:
- Mapeamento dos 5 melhores clientes: setor, tamanho, problema, o que tentou antes, como tomou a decisão de contratar
- Identificação do ICP: donos de empresas de serviços B2B, faturamento entre R$3M e R$15M, que já perceberam que a operação não escala sem sistema
- Definição da oferta de entrada: diagnóstico estratégico gratuito de 90 minutos — com valor real, não um pretexto de vendas
- Estrutura de captura: página de aplicação simples com formulário de 5 campos (nome, empresa, faturamento, maior desafio, o que já tentou)
Semanas 3 e 4: ativação de tráfego no Meta com orçamento inicial de R$3.000/mês, direcionado exclusivamente para o ICP mapeado.
Quais foram os números do primeiro mês?
Resultados do mês 1:
- 47 leads gerados pelo canal digital
- 12 com perfil de ICP (formulário qualificador em ação)
- 8 reuniões agendadas
- 6 reuniões realizadas (2 no-shows — problema resolvido no mês seguinte com sequência de confirmação)
- 1 fechamento: contrato de R$6.500/mês
- CAC do primeiro cliente: R$3.000 (investimento total do mês)
O resultado financeiro do mês 1 foi modesto. Mas o aprendizado foi imenso: qual criativo gerou os leads com melhor perfil, quais perguntas do formulário filtravam melhor, o que o dono dizia na reunião que mais avançava o lead.
O que mudou do mês 1 para o mês 2?
Três ajustes baseados nos dados do primeiro mês:
- Criativo novo com depoimento em vídeo de um cliente atual (taxa de clique subiu 40%)
- Adição de campo “quanto você fatura por mês” no formulário — eliminou 60% dos leads sem perfil
- Implementação de sequência de confirmação de reunião no WhatsApp — no-show caiu de 25% para 8%
Resultado do mês 2: 3 fechamentos, contratos entre R$5.500 e R$8.000/mês. Receita nova gerada: R$21.000/mês recorrente.
Como chegou aos R$180k em 90 dias?
No mês 3, com o processo validado, o orçamento subiu de R$3.000 para R$6.000/mês. O volume dobrou — e a taxa de fechamento se manteve porque o processo estava rodando bem.
Resultado do mês 3: 5 novos contratos fechados. Média de R$7.200/mês por contrato.
Somando os três meses: 9 novos clientes, receita recorrente adicionada de R$180.000 anualizados. CAC médio do trimestre: R$5.000 por cliente. LTV médio esperado (baseado na carteira atual): R$86.000. Relação LTV/CAC: 17x.
O que foi determinante para o resultado?
Quatro fatores que fizeram a diferença:
- Diagnóstico real antes do tráfego. Saber exatamente quem é o cliente ideal evitou semanas de teste desnecessário.
- Oferta de entrada com valor real. O diagnóstico gratuito não era um pretexto — era uma entrega genuína. Isso aumentou a taxa de comparecimento e criou confiança antes da proposta.
- Ajuste rápido baseado em dados. Cada semana havia uma decisão baseada em número. Nenhuma decisão foi tomada por intuição.
- Dono comprometido com o processo. O dono participou de todas as reuniões de diagnóstico nos primeiros 60 dias — e foi esse comprometimento que permitiu fechar com taxa acima de 50%.
Se você quer entender como esse processo se aplicaria ao seu negócio, o diagnóstico estratégico da Pensare é o ponto de partida.
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